Os estudos e as aplicações clínicas disponíveis no Brasil e no exterior são realizados com células da medula óssea ou do próprio sangue do paciente. Estas, porém, são células que já sofreram agressões da poluição, do tabagismo ou do efeito de drogas, o que reduz a sua taxa de multiplicação. As células do cordão umbilical e da placenta têm a mesma capacidade, mas com vantagens maiores: podem ser obtidas facilmente e sem dor, no momento do parto, sem oferecer riscos para a mãe ou para o bebê, sem dilemas éticos e com grandes chances de ser uma amostra compatível.